sábado, 3 de março de 2012

O melhor do mundo em 2012

Gente A Dirce me disse que vai conhecer todos esses lugares em 2012, achei essa matéria no site do Msn Brasil.




Islândia - Convergência harmônica
Vestígio final da última Era do Gelo, esse país-ilha do Atlântico Norte encerra um mundo próprio de vales profundos, fiordes espetaculares, abismos monumentais, praias de areia negra, cachoeiras impressionantes e geleiras silenciosas. Continue lendo.


Dresden, Alemanha - A volta por cima
Quando o rio Elbe, em Dresden, transbordou no verão de 2002, o Albertinum - um galpão transformado em espaço cultural que abriga uma coleção de arte de 450 anos - foi duramente atingido. Enquanto a enxurrada invadia o local a uma velocidade de 56 litros/minuto, o diretor Martin Roth organizou uma verdadeira corrente humana com funcionários e voluntários para tirar as pinturas e proteger as estátuas no porão do prédio. Continue lendo.



Vulcões Virunga - O coração verde e explosivo da África
Talvez em nenhum outro lugar do mundo a natureza criativa e destruidora dos vulcões seja mais óbvia do que na cadeia de vulcões Virunga, na África central. Localizada ao longo da fronteira entre Ruanda, Uganda e a República Democrática do Congo, a cadeia de oito vulcões é uma das regiões mais ativas da Terra e um verdadeiro paraíso com gorilas, chimpanzés, elefantes e outras espécies. Nos três países, as paisagens oferecem visões do paraíso e do inferno. Continue lendo.



Costa Brava - O litoral criativo da Espanha
Os barcos amarelos, vermelhos e brancos boiando preguiçosos na água poderiam pertencer a qualquer trecho do litoral mediterrâneo; já o urso polar que os vigia significa apenas uma coisa: que estamos em Costa Brava, onde nasceu Salvador Dalí - um dos maiores excêntricos da arte, originário dessa parte da Catalunha, no nordeste da Espanha. Seus ovos gigantes, as fontes de cisnes e relógios derretidos foram inspirados nessa região ensolarada. Continue Lendo



Muskoka, Ontário - Belas paisagens interioranas
A apenas duas horas de carro do agito de Toronto, a impressão que se tem ao chegar a Muskoka, na província de Ontário, é a de entrar num outro mundo. Há várias gerações as famílias que ali vivem fazem questão de preservar a natureza numa área de 6,4 mil quilômetros quadrados que inclui quase 14 mil quilômetros de litoral, 17 cidadezinhas e vilarejos históricos e incontáveis cachoeiras e lagos enfeitados pelos picos do Parque Provincial Algonquin ao leste e pelas ilhas do Parque Nacional Georgian Bay Islands a oeste. Continue lendo.



Omã - Oásis perfumado
Enquanto os países vizinhos não param de erguer arranha-céus e centros de convenções na Península Árabe, Omã prefere construir um teatro de ópera e fazer jardins entre os prédios brancos de Mascate. O sultão Qaboos deu origem à renascença moderna do país quando subiu ao poder, em 1970, montando centenas de escolas e hospitais e aumentando a quilometragem de ruas pavimentadas de dez para quase seis mil. Continue lendo.



Londres - Mais rápida, mais alta, mais forte
Da última vez que Londres foi a sede das Olimpíadas, em 1948, os moradores ainda viviam à base de rações de suprimentos, não havia dinheiro para construir novos estádios e muitas atletas tiveram que dormir na caserna em Richmond Park. O país pode estar entrando numa nova era de austeridade, mas pelo menos desta vez está gastando quinze bilhões de dólares para embelezar a capital para os Jogos de 2012. Continue lendo.




Guatemala - O mundo maia moderno
Todo ano, inúmeros turistas passam pelas ruínas de importantes cidades maias: Chichen Itza (México), Tikal (Guatemala), Caracol (Belize) e Copan (Honduras). As pirâmides e as lápides valem a visita, principalmente Tikal, no meio da selva, mas a verdade é que a civilização maia não desapareceu há tempos. Seu apogeu pode ter passado, mas milhões de pessoas e sua cultura continuam bem, obrigado, principalmente nas terras altas do oeste da Guatemala. Continue lendo.



Grécia - Beleza antiga
Patrick Leigh Fermor, o ardoroso filelenista que morreu em junho, sabia que para conhecer a Grécia de verdade é preciso se afastar da gratificação imediata dos resorts praianos. Caminhando pelos desfiladeiros de Roumeli e as montanhas de Mani, Leigh Fermor descobriu uma terra de beleza forte e tradições profundas. Ele acabou se estabelecendo em Kardamyli, um vilarejo no sul do Peloponeso, que esperava que continuasse "inacessível demais e com atrações de menos para um dia ser ameaçado pelo turismo". Continue lendo.



Belfast, Irlanda do Norte - Uma capital de ambições titânicas
Descobrir-se na companhia de um dos chefs do R.M.S. Titanic é apenas uma das surpresas que Belfast tem a oferecer. "Barney" é o guia da caminhada Belfast Bred, uma caçada aos ingredientes e à herança culinária dessa cidade da Irlanda do Norte que construiu o Titanic. O centenário de sua viagem inaugural - dez de abril de 2012 - dá a Barney a chance de dividir o orgulho que Belfast tem do "palácio flutuante" e exibir a capital que está se redefinindo perante os olhos do mundo. Continue Lendo.



Panamá - País das maravilhas ecológico
Praticamente uma ponte entre continentes, o Panamá, cuja extensão máxima de uma costa à outra é de apenas 82 quilômetros, apenas parece insignificante. Continue lendo.




Peru - A próxima fronteira gastronômica
Há várias razões para visitar o Peru: para explorar as ruínas de Machu Picchu, um dos melhores locais do mundo para se ver pássaros raros, ou caminhar por alguns dos desfiladeiros mais profundos do planeta. Continue lendo.



Mongólia - Hovsgol indomável
Se você busca uma conexão com o mundo selvagem, esse é o seu lugar. Hovsgol é a mais setentrional das 21 províncias da Mongólia, fazendo fronteira com a Rússia e dividindo com ela a taiga siberiana (floresta de coníferas subártica). O líquen verde e laranja empresta cor a desfiladeiros de três mil metros, enquanto rios sagrados (que, segundo a lenda, nunca congelam) desembocam nos lagos cercados de montanhas geladas. Continue lendo.

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